quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Consciência e Inconsciência Moral

Li há pouco em blog alheio, uma dissertação interessante acerca dos limites da traição.... onde se traça o risco?


Parece haver um consenso generalizado, de que o risco é pisado, quando acontece algo, geralmente este algo, refere-se a contacto físico...


Eu penso que a grande questão está sob a óptica de analise. Quando pensamos no assunto costumamos medir-nos pela nossa própria bitola...que tem uma margem...sejamos honestos, relativamente grande para erro...muitas vezes sem darmos grande importância a certos gestos, agimos de forma, que para o nosso companheiro/a seria inaceitável, e se nos colocássemos no lugar oposto, para nós...também...

A única definição com que concordei a 100% até à data, foi a do Exmo. Dr. Phil...sim, o amigo da Oprah....

Disse qualquer coisa como: entra na esfera da traição tudo aquilo que não faríamos se a nossa cara metade estivesse presente.

E isto é a mais pura das verdades....quando estamos acompanhados mudamos drasticamente os nossos comportamentos, somos infinitamente mais comedidos na quantidade de contacto físico desnecessário, bem como nas palavras que usamos e até na entoação das mesmas... Não julgando ninguém, pois não me excluo desta observação...gostaria apenas de perceber se mudamos quem somos e a nossa forma de estar para preservar os outros? E, se sim, até que ponto somos verdadeiros perante quem mais importa?

4 comentários:

  1. Epá... tinha mto para dizer... mas ando com uma preguiça mental (e fisica tb) q me impede de manifestar qualquer tipo de opinião mais elaborada.
    O dr. tem razão!

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  2. Eu tb acho que o sr. dr. é que sabe!!!
    quanto à preguiça acho que é uma virose que ai anda.... altamente contagiosa...

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  3. O Júlio Iglesias (entendido na matéria) dizia que a traição começa logo no pensamento. De facto, qual a mulher que gostaria de saber que a cara-metade está com ela mas a suspirar por outra?

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  4. Eu concordo!
    O Sr Iglesias, esse "guru do amor",sabia-la toda!
    Os nossos homens também não gostariam de saber quantas vezes se flirta com os colegas de trabalho etc..

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Lovelly, but not for me!

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