quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Ser solteiro em plena crise

Toda a gente sabe que eu sou defensora da solteirice, mas confesso que nestas alturas sinto-me cansada de ser eu, para mim e para os outros...
Gostava de saber o que é poisar a cabeça num peito familiar e adormecer consciente de que não enfrento o mundo sozinha na manha seguinte...

E isto infelizmente não acontece miraculosamente por termos alguem na nossa vida. Não é um namorado ou um marido comum...é preciso uma pessoa excepcional...e dessa variedade nunca me calhou...nem o meu "ex marido"...esse era um tipo de quem eu gostava que morava lá em casa, partilhava o mesmo espaço fisico mas nunca os meus problemas...aliás o conceito de "nossos" problemas julgo nunca ter feito parte do lexico sentimental do Sr...

Talvez o meu CV sentimental seja o motivo pelo qual sou defensora do estado civil solteiro.

4 comentários:

  1. A mim calhou-me dessa variedade quando estava completamente bem enquanto solteira e não queria mesmo mudar. Mas não queria mesmo!

    Sabes, quando via as minhas amigas todas com namorado e já não me importava de ser a única sem ninguém... Não é que foi mesmo nessa altura que o tal apareceu.

    E até foi bom. Foi bom vermos a evolução daquela pessoa que estava imune a essas coisas a passar a ser uma pessoa doce e que até gosta de receber uns mimos.

    E estamos bem. Não vivemos juntos mas passamos muitos dias e muitas noites juntos. Assim, quando dermos o próximo passo sabemos com o que contar!

    Sou defensora do "antes solteira que mal casada".

    Sou pela felicidade, pela liberdade, pelo respeito, pelos valores, pelo amor (próprio, em primeiro lugar), sou pela vida!

    O que é preciso é levarmos a vida com um sorriso e tirar de todas as experiências as coisas positivas!

    Gsotei muito do blog! Beijinhos

    ResponderEliminar
  2. Mari, obrigada pelo input.
    É mesmo isso, antes solteira que mal casada!

    Sabes, que já estava perfeitamente adaptada à minha vida de mulher independente e solteira- Depois apareceu o meu ex e lá me deixei envolver. Enquanto namoramos tudo cinco estrelas, quando fomos morar juntos, parecia que namoravamos mas moravamos no mesmo sitio, ou seja, ele tinha as coisas dele, eu as minhas e juntavamo-nos ao final do dia. Não havia apoio mutuo, não via suporte, continuava a ser eu por mim...sozinha como sempre havia sido....foi ai que me desiludi e aos poucos deixei de amar e sobretudo de acreditar em principes companheiro, amigos,parceiros...

    Mas como tu dizes....quando menos esperamos pode ser que conteça!!!

    Namora muito, cultiva a amizade, a confiança e o respeito. A partir dai, estás garantida!

    Grande bjinho e muitas felicidades

    ResponderEliminar
  3. Olá! Gostei do teu blog! Vou adicionar!

    Um Beijinho*
    E.

    ResponderEliminar
  4. Carrie,
    Também eu vivi sozinha num casamento. O meu de 11 anos, do qual tenho um filho, lindo e maravilhoso como todos os filhos o são.
    Aprendi a viver sozinha, apreciar o meu espaço, disfrutar não da minha solidão, mas sim de estar solitária quando queria e quando me apetecia, e a ser rainha e senhora do meu castelo.
    Acredite até mudei de gostos e tb de maneira de pensar a cerca de muitas coisas e assuntos.Por exemplo a dar mais valor à amizade.
    Quando estava mesmo a apreciar a vidinha de ser uma Div(leia-se ainda mais DIVertida) e principalmente, qdo aprendi a gostar de estar sozinha, sem traumas e sem medos, apareceu-me um príncipe não encantado mas encantador.
    Carrie, aproveite a vida que ela é tão curta que qdo damos por nós já temos tão pouco tempo para fazer tudo aquilo que merecemos e para aprender tudo aquilo que gostariamos.

    Beijinho

    ResponderEliminar

Lovelly, but not for me!

Lovelly, but not for me!