sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

"chefes" à moda antiga

Patrão fora, dia SANTO na loja!

Na verdade o trabalho é o mesmo, a questão é que sem o SENHOR por perto tudo corre de forma mais leve e animada.
Não fica nada descurado, o empenho é o mesmo, a motivaçao é que é diferente.

Porquê? Porque na verdade existem pouco lideres. Existem chefes, pessoas com sede de poder, excesso de autoridade e falta de humanidade. Pessoas em posições hierarquicas elevadas e sem uma unica celula capaz de motivar uma equipa...
Estes chefes à moda antiga, aqueles que se sentem de alguma forma reconfortados por saber que conseguiram que o funcionario ficasse mais 10 min depois da hora e sorriem interiormente com a ideia de que pouparam 10 minutos de dinheiro ou "sacaram" 10 minutos de borla, rentabilizando a cuasto zero o investimento mensal... sem sequer considerar que o funcionario se possa simplesmente ter atrasado por ter ido fumar 15 cigarros durante o expediente...

E é por isso que existe uma classe inteira de CHEFES - mas pouco - incompetentes, que não aportam NADA a uma empresa mas que por algum motivo obscuro e inexplicavel subiram e ocupam posições de poder.

São seres cuja mera presença silenciosa remove qualquer mtivação para produzir...
Seres que não parecem na verdade humanos...

Eu sempre fui adepta de trabalhar em multinacionais. Gosto pronto. Uma pessoa sabe ao que vai, sabe com o que conta. Numa multinacional uma pessoa é um numero, e como tal será smepre tartada como um numero. Numa pequena media empresa, toda a equipa sabe da vida pessoal  uns dos outros, e existem aqueles, que se aproveitam disso.
Por exemplo, sobrecarregar uma funcionaria de trabalho por saber uq eo marido está desempregado e tem 3 filhos para criar e precisa do emprego por isso NADA vai dizer... vai desempenhar o que lhe for exigido, contrariada, mas calada....e este tipo de situação reconforta este animais destes tacanho gestores... nunca sequer contemplando que à menor oportunidade (menor no sentido literal) esta funcionaria abandonará o barco sem remorso, culpa ou algo semelhante a sentido de lealdade...

E a mim....faz-me especie.... faz-me especie um ser humano que não sabe tratar outro como ser humano. Faz-me especie um ser humano aproveitar-se de outro assim, numa base de proximidade diaria, face-to-face...

Faz-me especie a quantidade enorme de pessoas mesquinhas e pequenas que ainda teimam em existir no mundo e sobretudo a sua incapacidade de empatia.

1 comentário:

  1. Existe uma anedota com respeito ao tamanho das bolas consoante hierarquia na empresa.
    São cobardes quando fazes frente tremem nas bases...
    Felizmente já não tenho de lidar com eles.

    Beijinhos amiga

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Lovelly, but not for me!

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